Análise: O Brasil vai ganhar espaço nas carteiras globais?
As eleições de México, Índia e África do Sul, em 2024, mostram que uma forte reação dos ativos após as urnas não significa, necessariamente, mudança na posição dos países nas carteiras globais de mercados emergentes.
Valor Econômico1 min de leitura

Trecho
Enquanto alguns gestores reduziram exposição, outros mantiveram ou ampliaram posições por razões estruturais. Para o Brasil, a experiência ajuda a distinguir a reprecificação eleitoral de uma mudança duradoura na alocação internacional.
Matéria publicada por Valor Econômico. O Newra News coleta e organiza; o texto e a apuração são do veículo original.
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