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PF discute levar a Fachin posição sobre ministros citados no caso Master

Presidente do STF, ministro Edson Fachin em sessão plenária extraordinária do STF - 15/09/2026

G13 min de leitura
PF discute levar a Fachin posição sobre ministros citados no caso Master

Trecho

Rosinei Coutinho/STF

Fontes da Polícia Federal ouvidas pelo blog afirmam que a corporação deve levar ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), um relatório com a posição da corporação a respeito das citações a ministros do Supremo que vieram a público nas investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, para que o presidente da Corte decida o que fazer.

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A avaliação dentro da PF, segundo essas fontes, é que o caso está no limite público da exposição -- e que, para dar qualquer continuidade ao que está colocado, é preciso de uma resposta do presidente da corte, Edson Fachin.

Vieram a público menções a ministros e informações sobre relações deles com Vorcaro ou pessoas ligadas ao grupo Master. Ao mesmo tempo, aumentou a pressão para que a polícia dê algum encaminhamento a esse material.

Diante desse cenário, investigadores dizem que o entendimento é levar a situação ao presidente do STF, Edson Fachin, para que ele decida o que deve ser feito em relação aos ministros citados.

Agora no g1

A ideia é repetir, agora de forma ainda mais amarrada institucionalmente, o caminho adotado no caso de Dias Toffoli no início do ano: ministros acusaram a PF de decidir por conta própria avançar sobre o integrante do STF. E, para investigar um ministro do STF, o material precisa ser submetido à cúpula da Corte para uma definição sobre os próximos passos. A PF nega que tenha feito isso.

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Entre os ministros que apareceram, em diferentes contextos, no material ou nas discussões em torno do caso Master, estão: Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Kassio Nunes Marques. As citações, por si só, não significam participação em irregularidades.

Esse ponto é importante porque, desde o início da crise, existe uma disputa sobre quem pode investigar ministros do Supremo e em quais circunstâncias. A própria PF foi alvo de críticas no episódio envolvendo Toffoli, inclusive depois do vazamento de uma reunião sobre o caso.

O que se espera agora é a confirmação de uma agenda com o presidente do STF. A PF pretende levar a Fachin o material, expor sua posição e pedir que seja ele a definir qual deve ser o encaminhamento em relação aos ministros mencionados.

A avaliação resumida por uma fonte é: “Chegou no limite.”

Com o que já veio a público e a pressão por uma resposta, a PF entende que não pode simplesmente ignorar o material — mas a ideia é colocar o caso nas mãos de Fachin para que ele decida o que fazer.

Leia na fonte

Matéria publicada por G1. O Newra News coleta e organiza; o texto e a apuração são do veículo original.

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